segunda-feira, 18 de junho de 2007

Aula 32 - Seminário

E continua o seminário do livro.Um capítulo mais difícil que o outro =/

sábado, 9 de junho de 2007

Aula 31 - Seminário

Mais um dia de seminários sobre o livro "História das Teorias da Comunicação".Complicado, mas com muita riqueza de conteúdo!Sinceramente, não tô gostando, pela dificuldade, mas já está acabando e é o último trabalho.

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Educação pode ser mais complexa do que estatística

A capa do caderno "Cotidiano" da Folha de S. Paulo (28/5/2007) deixa um pobre professor inquieto. Ele gosta de dar aulas, de aprender, duvida muitas vezes de seu ofício, de seu bolso, das instituições, mas ao menos uma certeza o move durante seu cotidiano quixotesco. Estudar é bom.
Mas então lê o subtítulo da capa:
"Estudo de economista da USP mostra que criança que sempre recebe ajuda dos pais nos estudos tem desempenho inferior".
Isto lhe soa estranho. Imagine uma mãe adicionando mais uma tarefa em seu atribulado cotidiano: fazer a lição de casa para o filho. Será que ela não sabe que estudar é bom? Ou será que deseja o mal ao sangue do seu sangue? Talvez seja uma questão de ignorância, de falta de educação... São muitas as possibilidades...
O economista é Naércio Menezes Filho, que fez o estudo, a pedido da Folha, com "regressões econométricas a partir do Saeb". As regressões são instrumentos matemáticos que nos permitem encontrar correlações sutis entre variáveis. Elas são úteis quando tentamos observar e quantificar coisas muito complicadas como ecossistemas ou relações humanas.
Uma estranha equação
Uma correlação, por sua vez, é algo do tipo "sempre que A muda, B tende a mudar também". Dito desta forma, parece que a mudança de A causou algo em B. Mas a idéia de correlação não diferencia A de B, a causa da conseqüência. Ou seja, pode ser que B tenha causado A. Ou que ambos sejam conseqüência de C etc. As correlações entre os fatos podem ser interpretadas de diversas formas...
Voltemos, então, à reportagem de Antonio Gois sobre as conclusões de Menezes:
"...o auxílio dos pais nem sempre é benéfico, pois alunos que sempre recebem essa ajuda têm médias menores que os demais".
Neste exemplo, quais seriam as duas variáveis correlacionadas?
A: ajuda dos pais
B: médias nos boletins
Assim, quando A aumenta, B diminui, ou seja:
Frase 1: quando os pais ajudam mais, as médias diminuem.
É realmente uma estranha equação. Para Menezes, ainda segundo a reportagem, "esses dados podem estar mostrando que os pais, em vez de orientar, estão fazendo a lição de casa pelo filho".
Esta é uma interpretação. Haveria outras dignas de menção?
Significados alternativos
Vamos, então inverter A e B, já que se trata de uma correlação.
A frase 2 seria: quando as médias diminuem, os pais ajudam mais.
Não sei para vocês, mas para mim soou bem melhor ao cérebro.
Parece algo mais próximo do que se entende por uma relação entre pais e filhos. Alguns poderiam contra-argumentar dizendo que nas condições precárias do Brasil as relações familiares estão desta ou daquela forma destruídas etc. Mas, segundo a reportagem, Menezes encontrou esta correlação mais intensa nas escolas particulares. É ali que os pais, mais escolarizados, estariam supostamente estudando para os filhos e, com isto, piorando suas médias...
São muitas as interpretações possíveis de um mesmo grupo de fatos. É preciso apontar os significados alternativos nos estudos estatísticos, visto que são tomados como algo "verdadeiro", "provado cientificamente".
O que pensaria uma mãe, afinal, ao ler o subtítulo daquela reportagem?
Informações limitadas
Um professor talvez se sentisse triste. Talvez chegasse a estas mesmas conclusões descritas acima. Ou, quem sabe, perceberia que as questões não são desse economista, desse jornal, ou daquele professor. Elas envolvem a todos nós. E ele escreveria alguma coisa aos seus amigos.
Observações metodológicas:
1. A análise feita aqui é simples como pareceu, e está sujeita a "detalhes da vida"... por isto, foram enviadas cópias a Menezes e à Folha.
2. Uma forma de detectar causa e efeito é inserir o tempo na equação. Talvez isto tenha sido feito. Seria o caso de perguntar a Menezes, então, o grau de consistência dos dados amostrais do Inep, para que pudessem ser decompostos em "fatias" ao longo do ano.
3. Chegamos, com isto, ao terceiro ponto.
Os questionários distribuídos para os alunos no Saeb são realmente bastante detalhados, enfocando diversos aspectos familiares relacionados à educação. São questões de múltipla escolha, é bom lembrar. Não sabemos também, ao certo, como foram passados aos alunos.
Segundo o
Inep, é recomendada a aplicação dirigida, até porque o analfabetismo funcional é grande:
"Os baixos níveis de desempenho em leitura revelados pelo levantamento anterior apontaram para a necessidade de se adotar a aplicação dirigida dos questionários."
Quanto poderíamos confiar nesses questionários? Ainda no site do
INEP encontramos um texto que diz, no último parágrafo:
"Algumas informações sobre o núcleo familiar dos alunos são coletadas nos questionários por eles respondidos, e isso limita a qualidade e a quantidade das informações obtidas."
Aqui parece haver um curioso pressuposto:
Dados provenientes unicamente de questionários respondidos por alunos apresentam informações limitadas em qualidade e quantidade. Isto nos levaria a entender que os dados utilizados por Menezes são limitados. O grau deste limite permanece incerto, ao menos para leigos.

Aula 30 - Seminário

Primeiro dia de seminário sobre o livro "História das Teorias da Comunicação", e digamos que dia agitado hein?!
Um dos grupos não apresentou o trabalho, e outro não deu tempo.Apenas um dos grupos fizeram conforme o mandado.
Livro difícil e aula complicada.Eu, particularmente, não entendi nada..e pelo que eu percebi muita gente também não.Mas tá valendo..vamo que vamo que tá acabando =D

Aula 29 - Vídeos

Aula das mais diferentes ^^
Fomos todos para o anfiteatro e apresentamos os trabalhos sobre a "Indústria Cultural".Cada grupo deveria fazer um vídeo de 5 minutos explicando sobre a alienação.Muiiito bom!
O link do nosso vídeo está aí em baixo, quem se interessar, assista!
http://www.youtube.com/watch?v=7gpdYhVfSBc
Beeijos

terça-feira, 5 de junho de 2007

Por que é difícil encontrar quem saiba escrever??

Por Paulo Roberto de Almeida em 5/6/2007
O texto a seguir, sobre a obscuridade de certos escritos que encontramos nas páginas literárias de jornais e revistas, foi inspirado pela seguinte frase de Stefan Zweig, em correspondência particular, frase que "pesquei" na fabulosa biografia desse autor escrita por Alberto Dines:
"As pessoas que fazem ou falam literatura são totalmente incompreensíveis, parece-me mais um defeito da natureza do que uma virtude, mas talvez a arte tenha sido sempre condicionada por tais deficiências." [Stefan Zweig, carta a Friderike Maria von Winterniz (ex-Zweig), em 7/12/1940, citado por Alberto Dines, Morte no Paraíso: a tragédia de Stefan Zweig (3ª ed. ampliada; Rio de Janeiro: Rocco, 2004), p. 326.]
Stefan Zweig referia-se, obviamente, aos escritores como ele, romancistas ou literatos em geral, homens de letras, no sentido amplo, cuja prosa lhe parecia pertencer a um universo de referências escondidas, de significados obscuros, cuja compreensão talvez só estivesse ao alcance de outros membros da République des Lettres – que ele evitava freqüentar seja por comodismo ou timidez, seja por medo de entrar em polêmica a respeito de suas próprias convicções literárias ou a propósito do seu estilo de escrita.
Ele queria ser compreendido e amado pelo grande público e por isso buscava a concisão literária, a correção na forma, a perfeição na linguagem, a simplicidade no discurso, para que seu argumento atingisse o maior número possível de leitores. Sem deixar de ser profundo, e de fazer apelo à sua vasta cultura humanista, ele pretendia ser um escritor popular, o que requeria, obviamente, um cuidado especial com a linguagem escrita, de maneira a aproximá-la do cidadão comum, do leitor médio, do público cultivado mas não pretensioso, que refugava os maneirismos e preciosismos de linguagem de muitos dos seus colegas de pluma.
Erros primários
De minha parte, entendo que a frase de Zweig aplica-se ainda com maior acuidade e rigor ao trabalho dos filósofos, dos sociólogos, dos cientistas sociais em geral, cujo objeto de análise e de reflexões se volta para os campos mais ou menos subjetivos da organização social, das motivações políticas, das políticas econômicas; em síntese, dos assuntos humanos. Tenho encontrado, em muitos trabalhos de colegas, grandes doses de prolixidade na escrita, um desejo inconfessado de parecer sofisticado pelo rebuscamento inútil da linguagem, pela profusão nos conceitos e pela adjetivação exagerada das análises. Parece que eles acabaram de fazer um curso completo de redação obscura com um desses filósofos franceses adeptos do desconstrucionismo verbal, êmulos de Jacques Derrida e de Jean Baudrillard.
Isso pelo lado bom. Pelo lado ruim, o que mais tenho encontrado, na verdade, é a simples redação deficiente, uma linguagem caótica e rebarbativa, que por sua vez revela um pensamento desorganizado, uma confusão de idéias que passa longe do que se convencionou chamar de brain storming. Pelo lado catastrófico, então, cada vez mais deparo-me com a miséria da escrita, com uma linguagem estropiada por incorreções gramaticais, impropriedades estilísticas, quando não barbaridades ortográficas de tal monta que seriam capazes de fazer fundir um desses corretores automáticos de computador que detectam todos os erros de digitação. Mas, mesmo depois de o perpetrador em questão ter aplicado o seu corretor ortográfico informático e eliminado todos os erros de digitação, ainda sobram frases incompreensíveis, expressões sem sentido, reflexos de uma linguagem tortuosa e torturada que seria capaz de confundir o mais paciente revisor de estilo pago para fazer essa tarefa.
A pobreza da linguagem escrita no Brasil – já nem mais falo da linguagem coloquial, irrecorrivelmente contaminada pelo dialeto televisivo das novelas e programas de auditório – tem progredido a olhos vistos, acompanhando a rápida deterioração da educação no país. Acredito que não haja mais espaço, atualmente, para aqueles programas ao vivo voltados para testar o conhecimento de concorrentes sobre fatos gerais da história ou em destreza na língua escrita, que premiavam verdadeiras enciclopédias ambulantes, dicionários vivos da língua pátria. Tudo isso é passado, eu sei, mas será que não se consegue, ao menos, ter pessoas que consigam escrever ao menos num Português normal, desprovido de erros primários e de barbarismos estilísticos?
Deterioração generalizada
Não estou falando de profissionais "normais", mas de aspirantes a um título universitário de pós-graduação, que constitui a minha "clientela" mais freqüente. Tenho encontrado cada vez mais, nessas dissertações para as quais sou convidado para a banca julgadora, um tamanho volume de atentados à linguagem que penso seriamente em desistir de aceitar o convite, por mais que o título ou o tema possam me atrair. Vou pedir para ver o trabalho primeiro, antes de me decidir se aceito ou não participar. Não quero compactuar, nem que seja indiretamente, com as barbaridades lingüísticas e os atentados à boa escrita.
Não se trata de arrogância intelectual ou elitismo lingüístico, mas uma simples questão de coerência. Uma linguagem confusa, quando não incorreta, revela, antes de tudo, confusão nas idéias. Assim sendo, ao menor sinal de impropriedade redacional pode-se estar seguro de que a qualidade intrínseca do trabalho tampouco será superior ao estilo de redação. Como não pretendo deixar nem autor nem orientador constrangidos na hora da avaliação pública do trabalho, vou desistir preventivamente de participar. Acho que é o melhor que eu tenho a fazer nesta fase de deterioração generalizada da educação no Brasil.
Fica, portanto, dado o aviso. Antes de me convidar, favor procederem à revisão do português (e revisem as idéias também).

Aula 28 - Cultura e alienação

A aula foi dada no escuro, com uma cadeira em cima da mesa e o Leptop ligado, passando algumas imagens e textos sobre cultura e alienação.Ele explicou o primeiro capítulo do livro "História das Teorias da Comunicação".

Aula 27 - Explicações

Nessa aula o André leu, parágrafo por parágrafo o texto "Resumé sobre Indústria Cultural".Sinceramente, eu não entendi praticamente nada sobre o texto, mas se for olhar pelo contexto na sociedade, dá pra perceber claramente a idéia de alienação que a indútria cultural causa no ser humano.Ficamos toda a aula nisso.
Para os mais interessados, o texto está disponível nesse endereço aí: http://adorno.planetaclix.pt/tadorno17.htm =DD

MÍDIA & RELIGIÃO

TJ tira crítica a Edir Macedo do Orkut
"Quem atacou o bispo Edir Macedo na internet pode receber em casa uma intimação judicial. A Google Brasil foi condenada pelo Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo a retirar do site de relacionamentos Orkut toda e qualquer comunidade que, na expressão dos advogados de Macedo, ‘ofender a honra’ do criador da Igreja Universal do Reino de Deus. A multa, em caso de descumprimento, é de R$ 1 mil por dia. Além disso, a Google deverá revelar a identidade dos internautas acusados de xingar o bispo, para serem processados individualmente.
‘Entramos com a ação porque existiam comunidades extremamente negativas, inclusive incitando à morte de Edir Macedo’, disse a advogada Mônica Inglez. ‘Além de retirá-las do ar, ganhamos o direito de ter acesso às informações pessoais dos internautas, para estudarmos as medidas civis e criminais cabíveis.’
A Google tentou recorrer da decisão, afirmando que é uma empresa brasileira e, por isso, só a matriz, na Califórnia, teria condições de retirar as páginas do site. Disse também que não poderia violar direitos fundamentais ao informar os IPs (espécie de identificação digital) dos participantes de comunidades.
Esses argumentos foram rejeitados, na semana passada, pela desembargadora Maria Olívia Alves, do TJ. Ela entendeu que a Google Brasil funciona, na prática, como extensão das empresa americana e ‘suspender a decisão causaria perigo irreparável contra o bispo’.
PRECEDENTE
Apesar de a advogada Mônica Inglez afirmar que as comunidades já saíram do ar, o Orkut continua repleto de menções ao bispo. Edir Macedo é atualmente tema de cerca de 40 comunidades - para o bem ou para o mal. Entre as mais populares estão ‘Eu admiro Edir Macedo’ (com 2.397 membros), ‘Chuck Norris fuzile o Edir Macedo’ (83 membros) e ‘Edir Macedo é o Satanás’ (que conta com 66 membros).
Não é a primeira vez que os internautas terão as identidades reveladas por decisão judicial. Em abril do ano passado, a Google Brasil forneceu à Justiça de São Paulo todas as informações relativas aos usuários que criaram perfis falsos da socialite paulistana Yara Rossi Baumgart. Ela ficou furiosa quando descobriu que seu nome havia sido indevidamente inscrito na comunidade ‘Bregas Assumidos’.
‘O mais irônico dessa história é que a Google revela rapidamente essas informações quando é processada por celebridades. Quando o Ministério Público Federal pede a identificação dos internautas pedófilos e racistas, a empresa diz que não pode fazer isso’, afirmou Thiago Tavares, presidente da Safernet, entidade que combate crimes na internet. ‘Isto sim é absurdo.’"

Aula 26 - Prova Surpresa

Mais uma das surpresas do André!Nesse dia tivemos uma prova surpresa dele, feita em dupla de um texto dos mais difíceis: "Resumé sobre Indústria Cultural".Não dava pra entender nada e muito menos criar os exercícios.

Aula 25 - Debates

Fizemos um debate dos mais críticos a respeito dos documentários "Surplus" e "Mundo Cola".As propagandas para atingir o público vende identidade, assim como a coca cola faz."Viva o lado coca-cola da vida", seria um bom exemplo.Na indústria cultural ao qual estamos irraizados, o poder que a publicidade possui acaba nos afetando diretamente, tendo um grande poder de persuação e formação de idéias.Podemos definir a indústria cultural como a culpada da alienação dos seres humanos.Ela "rouba" nossas almas, para depois vendê-las.
O debate foi mais ou menos nesse estilo, e tentando observar quais são os problemas e os defeitos que a mídia, junto a indústria cultural causam.
Gostei muiiiito mesmo!

A censura do "rei": excesso ou escassez?

Reproduzido do Jornal Pessoal nº 392, 2ª quinzena de maio/2007

Roberto Carlos nunca deve ter lido Oswald de Andrade, mas usou e abusou de uma boutade do poeta: não leu e não gostou de sua biografia não-autorizada, Roberto Carlos em Detalhes, escrita por Paulo Cesar de Araújo. Mas o que era uma tirada irônica inteligente na boca do bardo modernista se transformou num caso triste e grave de censura nas mãos do compositor e cantor.
Roberto Carlos confessou, com todas as letras, em entrevista à imprensa, que se sentiu ofendido pelo que seu advogado disse que o livro contém a respeito de alguns episódios de sua vida, especialmente o acidente numa linha ferroviária que levou à amputação parcial de sua perna, uma aventura amorosa com a cantora Maysa e o final sofrido de sua última mulher.
Todos os acontecimentos são públicos. Se há uma novidade no livro, lançado no ano passado, essa novidade está no cuidado do autor em enriquecer (às vezes além da conta do equilíbrio) a reconstituição dos fatos, checando cada um dos detalhes, mesmo os ociosos, para um leitor mais rigoroso e exigente (mas nunca inconvenientes e, até prova em contrário, nem inverídicos). A biografia é um trabalho de exegese, raro no campo da música, valorizado por uma excelente edição gráfica, que deu ao livro o status de álbum, mesmo sem capa dura.
O grave da reação do famoso astro da Jovem Guarda é sua violação aos princípios da liberdade de pensamento e de expressão, que têm garantia constitucional. Para poder caracterizar os tipos subjetivos dos crimes de difamação e injúria, por ele argüidos na sua ação judicial contra o autor do livro, era preciso que o cantor tivesse pelo menos lido o livro. Indignar-se por interposta pessoa, por mais que ela seja o profissional incumbido de sua assessoria jurídica, é um desatino, uma contradição, uma impropriedade técnica.

Aula 24 - Trabalhos

Gastamos a aula toda para discutirmos um trabalho que iríamos ter que fazer.O André nos explicou cada detalhe que precisaria.Seria um filme, de no máximo 7 minutos e no mínimo 5 minutos, que deveria explicar claramente o que é a indústria cultural.
Falamos também sobre o roteiro de integralização.

Aula 23 - Votação e Debates

Uma das aulas mais badernadas...Começamos com a eleição do representante de turma, e o Dagmar venceu a Aline.
Depois fizemos um debate muito interessante.O André dividiu a turma em dois grandes grupos.Um dos grupos tinha por objetivo defender a mídia, e o outro acabar com a mesma, mostrando seus pontos negativos.Deu a maior gritaria, mas no fim aprendemos muito.
Pra complicar, coisa que o professor não gosta de fazer, ele inverteu os papéis.Quem havia defendido a mídia agora iria atacá-la e vice-versa.Foi muito complicado, por que primeiro defendemos e depois tivemos que desmentir tudo aquilo que havíamos falado.
Experiência única e engraçada.
Valeu a pena!

segunda-feira, 4 de junho de 2007

"A magia da literatura foi abandonada"

Por Felipe Nunes Torres em 29/5/2007
Será que os jornalistas esportivos jogaram a toalha? Explico a pergunta. Segunda-feira, dia melhor para as matérias esportivas, não há. Rodada completa do Campeonato Brasileiro, das ligas internacionais, Pan do Rio batendo na porta, competições de basquete, enfim, overdose de esporte. Vou lá, então, apreciar tanta diversidade de informação e conhecimento.
"No primeiro tempo, o Cruzeiro ficou abaixo da crítica e levou um passeio do Corinthians", revelava o mineiro Estado de Minas na edição de segunda, 21 de maio. Realmente, o Cruzeiro jogou muito mal e o time paulista mereceu a vitória. Passei para outro jornal mineiro, Hoje em Dia, exemplar de mesma data. "O Cruzeiro apenas assistiu ao Corinthians em campo. Palavras do próprio treinador do time mineiro, Dorival Júnior, ao avaliar os 3 a 0 sofridos dentro de casa, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro". Por fim, dou uma navegada na internet e acesso o site da Folha de S.Paulo. "Com uma defesa segura e a rapidez nos contra-ataques, o Corinthians esteve melhor em quase todo o primeiro tempo. Por outro lado, o Cruzeiro se mostrou um time lento, que facilitava a forte marcação."
Talvez os leitores já estejam acostumados com a padronização das coberturas esportivas. Pois não deveriam. O esporte é movido pela factualidade, por acontecimentos que se sobrepõem, mas isso não impede que jornalistas preparem textos com narrativas mais aprofundadas e criativas. A repetição das palavras não suscita ou agrega coisa alguma ao leitor. A função social do jornalismo, de prover criticidade, fica explicitamente em segundo plano. É como se um modelo já estivesse pronto nas redações e a cada dia fosse apenas preenchido. Falta criatividade, falta contexto, falta jornalismo.

Aula 22 - "Mundo-Cola"


O documentário mostra toda a trajetória da coca cola, desde o surgimento até os dias de hoje.É inacreditável perceber que o mundo "praticamente" gira em torno desse produto.Tudo é criado para que o mundo consuma a coca cola.O papai noel, um dos maiores heróis das crianças, foi mais uma das invenções dessas pessoas.O que mais me marcou em tudo isso, e que com certeza muitas outras pessoas não sabiam, era que a coca, antigamente, quando lançada era usada como xarope e possuía alcool!Adoreeeei a aula, apesar de ter sido em um sábado.

Aula 21 - Diversos

Começamos a aula com uma explicação do André sobre diversos trabalho.Deu umas "ordens" para os trabalhos que deveriam ser realizados e depois entramos para o conteúdo do dia.
Falamos sobre a cultura de massa.
As informações são mediatizadas, ou seja, não chegam aos indivíduos sem um meio de comunicação.A cultura de massa é atingida por diversas mídias democratizando o conhecimento.
Descutimos dois tipos de culturas: cultura erudita e cultura popular.
-Cultura Erudita: expressa de forma difícil, mergulha na profundeza da alma para encontrar o que as pessoas procuram, compreendida por poucas pessoas (de elite, clássica);
-Cultura Popular: feita no dia-a-dia, popular, de rua, roça, quase de forma espontânea para responder os problemas locais.
Logo após, conversamos sobre a indústria cultral.A cultura se torna um ponto de fabricação de acordo com cada região e cada época.Tudo o que a indústria quer, é nos transformar em robôs, bicho, máquina.A cultura deixou de ser humana , está se desumanizando, tirando assim a criatividade das pessoas.Sendo assim, podemos considerar esse meio uma perversão da cultura, pois não nos permite sermos humanos.


Tecnologia ameaça o "pedágio" da mídia

Por Luciano Martins Costa em 29/5/2007
O economista Ladislau Dowbor, consultor de diversos organismos da ONU e professor-titular no Programa de Pós-Graduação em Economia da PUC-SP, tem realizado estudos sobre economia solidária há muitos anos. Ele mantém um ativo site de informações sobre temas relacionados ao desenvolvimento sustentável e é animador de uma rede internacional de pesquisadores e profissionais que acompanham as mudanças na economia, na política e nas tendências de comportamento da sociedade globalizada. Dowbor acha que a imprensa tradicional vai continuar encolhendo inexoravelmente, até caber num nicho de poder.
O raciocínio do professor leva em conta o fato de que a conectividade aberta pela tecnologia da informação está gerando uma dinâmica de comunicações extremamente poderosa. "Vai haver uma mudança de cultura na base da sociedade, que está se espalhando de uma maneira muito mais rápida do que a gente pensa", aposta. Parte da nova mídia está sendo apropriada pelos protagonistas tradicionais dos meios de comunicação, mas a virtual infinidade de canais cria a possibilidade de que, progressivamente, venha a predominar um novo modelo, no qual a propriedade do conteúdo passa para o leitor-protagonista.
"Continuamos a ver só a mídia tradicional, jornais, revistas, televisão e rádio. Mas o conhecimento direto é extremamente poderoso", observa. Não é por outra razão que onde não há interesse pela democratização da informação tenta-se bloquear o acesso à rede, uma vez que o controle de emissoras de rádio e TV e de periódicos impressos é muito mais fácil. Nos lugares onde não há um poder político centralizador, o mercado tenta fazer esse controle, procurando dominar os múltiplos meios. No longo prazo, isso será impossível, afirma Dowbor.

Documentário SURPLUS


Um dos melhores documentários que eu já tive a oportunidade de assistir.Fala sobre a cultura que afetou o ser humano, as guerras, vícios e a miséria que nos atingiu.Muito marcante, mostra como o mundo pouco a pouco está acabando, pela destruição do próprio seu humano.

Escravos de Jó

Melhoooooooooooooor aula de todas!
"Escravos de Jó
Jogavam caxangá
Tira, bota
Deixa ficar
Guerreiros com guerreiros
Fazem zigue zigue zá"
Muuuito engraçado esse dia! =DD
Tivemos que jogar certinho isso ai, e por fim concluímos que não conseguimos fazer nada sozinho, que precisamos da cooperação de todos se quisermos chegar em algum lugar.

Alcoolismo é uma forma de corrupção

O consumo de bebidas alcoólicas no Brasil aumentou 150% nos últimos 30 anos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). O governo não fechou os olhos para esse crescimento alarmante e suas conseqüências: na quarta-feira (23/5), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva baixou o decreto 6.117/2007, que instituiu a Política Nacional do Álcool. O documento reúne 30 medidas que restringem a exibição da propaganda de bebidas com baixo teor alcoólico – o caso da cerveja, por exemplo – na televisão. De agora em diante, esse tipo de anúncio só poderá ser veiculado a partir das 21 horas. Na mídia impressa, as peças deverão conter advertências sobre os riscos à saúde, como já ocorre na propaganda de cigarros.
A polêmica está no ar. De um lado os publicitários e os fabricantes de cerveja defendendo seu peixe; do outro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável por impor as medidas do decreto. O Observatório da Imprensa na TV de terça-feira (29/5) debateu o tema.
No editorial que abre o programa, Alberto Dines mencionou os reincidentes escândalos de corrupção que afetam a credibilidade de um Brasil sério. E aludiu ao tipo de corrupção que o alcoolismo produz na sociedade – "corrupção do caráter, dos valores, da responsabilidade, da coesão social" [ver abaixo a íntegra do editorial]. Para Dines, o Estado tem a tarefa de regular a propaganda do álcool e do cigarro sobretudo nos meios de radiodifusão, que são concessões públicas. O apresentador disse também que em geral o programa guarda o direito de não revelar o nome de quem não quis participar do debate, mas que nesta edição havia um dado que se fazia necessário registrar: nenhum publicitário, nenhum representante de grandes redes de mídia eletrônica ou da indústria cervejeira, ou mesmo do Conar, aceitou participar do programa. A única manifestação pró-cervejeiras veio através do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), que enviou uma nota que foi lida no ar [ver íntegra abaixo]. Diz o Sindicerv que a indústria e o Estado deveriam andar juntos para encontrar soluções para os problemas reais e cientificamente comprovados advindos do consumo do álcool. Um tanto quanto paradoxal.

Objetivação

Tivemos uma aula sobre Imersão, Emersão e Inserção.
Imersão:Coloca em prática todas as idéias.
Emersão: pensar sobre a prática.
Inserção: teoria que você consegue na emerção e a prática da emersão transforma o mundo.
Discutimos sobre esse assunto e tivemos algumas conclusões, como:
-Só conseguimos enxergar uma coisa quando as imaginamos como símbolos;
-Não adianta emergir e não mudar bada no mundo;
-Nós vivemos imersos;
-Trabalho=>Força que transforma a natureza en algi novo;
-O que diferencia os seres humanos dos animais é a cultura;
-Nós só enxergamos o mundo quando saímos dele.
Falamos sobre a dialética.Nela as coisas se mostram contraditórias.Raciocínio e pensamentos estão sempre em constante movimento.Alega que sem uma idéia firme não vamos a lugar algum, e que toda essa idéia tem o seu contrário.Pela dialética, toda idéia tem que ser combatida pelo seu contrário:
TESE => ANTÍTESE => SÍNTESE
A superação da dialética você só consegue quando encontra o seu contrário.E por fim, não é possível crescer sem destruir o planeta.

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Aula 17 - Ideologia

Iniciamos a aula com alguns comentários do André a respeito dos blogs.Serão feitas algumas modificações, mais para frente, que ajudarão e irão enriquecer o blog.
Depois ele falou sobre ideologia.
O que viria a ser ideologia??
Ideologia é um termo usado no senso comum como tendo o sentido de "conjunto de idéias, pensamentos, doutrinas e visões de mundo de um indivíduo ou de um grupo, orientado para suas ações sociais e, principalmente, políticas".
A origem do termo ocorreu com Destutt de Tracy, que criou a palavra e lhe deu o primeiro de seus significados: ciência das idéias. Posteriormente, esta palavra ganharia um sentido pejorativo quando Napoleão chamou De Tracy e seus seguidores de "ideólogos" no sentido de "deformadores da realidade".
Alguns filósofos questionam o significado de ideologia.Ela é criada na verdade para disfarçar as verdades.
Se levarmos em conta a idéia de Karl Marx, que diz que não há verdades, e sim interesses, ou seja, as pessoas criam certas "verdades" que são condicionadas pelos seres humanos com o interesse de conseguir algo vindo dessas verdades, pois gostamos dos benefícios que elas nos trazem.
Se pararmos parar pensar, a verdade de um não é a verdade de outro, mostrando assim que são antagônicas, e confirmando a idéia de Marx.Se essas "verdades" criadas pelos seres humanos fossem verdadeiramente corretas, não teriam esse antagonismo.
Vinculado a esse assunto, o professor falou da "mais valia".É interessante se analisarmos o modo de enriquecimento das pessoas.Ninguém consegue criar sua própria fotruna sozinho, ele depende de outras pessoas para ajudá-lo.É aí que entra a exploração de pessoas e a desvalorização do trabalho.O trabalho com idéias e raciocínio no mundo é totalmente valorizado, enquanto o trabalho braçal é desvalorizado.E porque há essa diferença de valores??É simples e fácil de entender..simplismente porque o homem condicionou assim.
Nós nunca paramos pra pensar sobre o mundo, e quando paramos, ficamos inconformados com certas coisas, mas logo deixamos de lado e voltamos a ser mesquinhos como antes.A maioria das pessoas não pára pra refletir sobre os problemas da sociedade, não se sensibilizando com a mesma.
Comentem, please?!

"Maioria dos brasileiros apóia pena de morte"

O que a mídia tem a ver com isso? A Folha de S. Paulo divulgou no domingo (8/4) uma a pesquisa Datafolha que mostra o crescimento do apoio dos brasileiros a pena de morte. O índice atingiu os 55%.
Há algumas semanas, o mesmo Datafolha havia atestado o aumento da "percepção" da violência pela população, principal problema brasileiro na opinião de 31% da população.
A matéria da Folha credita o aumento da "mobilização popular e a repercussão na mídia do tema insegurança pública" ao assassinato do menino João Hélio Fernandes, em fevereiro.
Os dados das duas pesquisas Datafolha demonstram que a elevação da preocupação nacional com a violência e a aprovação maior da pena de morte coincidem com a hiperexposição do assunto na mídia.
Poder coercitivo
Mas não é só isso. Esse alarmismo midiático em torno da violência, alimentando na população o desejo daquilo que Fernando de Barros e Silva chamou de "justiça justiceira" ["Show de violências", Folha de S.Paulo, 26/3], só ocorre porque o menino João Hélio Fernandes era branco e filho de uma família de classe média.
Crianças, adolescentes e jovens morrem todos os dias nas periferias das grandes cidades brasileiras. Mas essa verdadeira tragédia é quase ignorada, porque essas crianças, adolescentes e jovens morrem nos morros, são pobres e têm a cor da exclusão. Nas palavras de Gilberto Dimenstein, são "seres humanos quase invisíveis". Essas mortes não aparecem no Jornal Nacional nem causam comoção nas pessoas.
A paz real será impossível enquanto não se mudar essa estrutura cruel e excludente da sociedade, enquanto pensarmos na paz apenas como fruto do poder coercitivo do Estado e enquanto continuarmos relegando tantos brasileiros ao esquecimento.
Afinal, o que é certo ou errado?? =/
Nada tem explicação plausível..
Comentem e deixe sua opinião!
Beijos

Aula 16 - Folga!

Mais uma aula que tivemos uma folga!O André não foi por que tava de licença paternidade.Mereço?!
auHAUhauhUHAuhUH =DD
Tomara que seja feliz..sucesso!
Obs.:Postei só porque ele disse que tinha que postar ^^

Aula 15 - Palestra Virtual

Bom gente, nesse dia não tivemos aula, apenas uma palestra virtual, que na minha opinião não foi das melhores, mas que deu para aprender algumas coisas.Era a respeito das novidades da propaganda na internet e sobre comunicação.

Desenvolvimento Tecnológico e Degradação Humana!


Foi-se o tempo em que a melhor câmera, o melhor satélite e o melhor formato de fita eram condições indispensáveis para que tivéssemos um jornalismo de qualidade. A internet trouxe a rapidez e, com ela, um novo conceito de qualidade para o jornalismo.
Qualidade estética acaba ficando em segundo plano quando o importante é o tipo de informação e a maneira como temos acesso a ela. A TV de plasma pode ter milhões de cores e pontos de definição, mas continua sendo antiquada e estática como a TV convencional. As tecnologias do futuro são as portáteis e é essa tendência que faz com que telefone celular, câmara de fotografar e gravar, palm top e aplicativos se unam num só aparelho. Essa convergência é um sucesso.
Cada vez mais pessoas estão sendo atingidas por essas novidades. O uso do MP3 player, do MP4 ou dos iPods são provas incontestáveis da popularização desses eletrônicos. Aparelhos infinitamente mais interativos que a TV ou o jornal e que, mesmo carregando arquivos de áudio ou vídeo compactados, fazem a alegria dos consumidores. A receita para desfazer esse aparente paradoxo é a interatividade e a portabilidade dos conteúdos.
No jornalismo, esse movimento não é menor. A visão de que a qualidade estética atrai o espectador vai ficando para trás. Com pessoas comuns sendo capazes de registrar imagens e sons com seus celulares, o espetacular deixou de ser monopólio da mídia e passou às mãos de cada cidadão.

Certo...concordo com a tecnologia, com o avanço e a capacidade do ser humano de criar coisas novas.Mas onde vamos parar com isso?? Não adianta apenas criar..precisamos mais que tudo é sermos humano, no sentido de usarmos essa inteligência que possuímos para ajudar o próximo.Estamos pensado muito no lado "tecnológico" e pouco no lado "humano" dos seres vivos.Acaabaremos em pouco tempo com tudo que possuímos e construímos.Pensem nisso!

Comentem!
Beijos

O "direito à vida" na imprensa.

Quando o médico sanitarista José Gomes Temporão assumiu o Ministério da Saúde, prometeu, já no discurso de posse, transformar o SUS num "orgulho" para o país. Logo depois, declarou-se publicamente a favor do debate sobre a legalização do aborto, citando as 220 mil curetagens que a rede pública de saúde realiza anualmente em mulheres vítimas de abortamentos inseguros. Infelizmente, Temporão recorreu também às estatísticas de um milhão de abortos clandestinos por ano, que têm sido objeto de contestação dos grupos pró-vida e de contestação mesmo no movimento de mulheres [análise detalhada dos dados pode ser encontrada em Corrêa, S., Freitas, A., "Atualizando os dados sobre a interrupção voluntária da gravidez no Brasil". In: Revista de Estudos Feministas, V.5 N. 2/97. Rio de Janeiro: IFCS/UFRJ, 1997].
Mas foi sua sugestão de convocar um plebiscito – a exemplo daquele realizado em Portugal – que chegou à grande imprensa cercada de polêmica, sobretudo porque acompanhada da aprovação, na Comissão de Constituição de Justiça do Senado, de projeto de lei que prevê a realização de cinco consultas populares sobre outros temas, como a união civil entre pessoas do mesmo sexo. Toda a argumentação de Temporão a favor do plebiscito foi feita partindo de um discurso de defesa do aborto como uma questão de saúde pública.
O aborto é um tema da pauta do movimento de mulheres a partir do final da década de 1970. Desde o "nosso corpo nos pertence" já houve diversas abordagens para a defesa da sua descriminalização – uma delas, a de que se os homens engravidassem o aborto não seria crime, foi reproduzida pelo ministro da Saúde em sua entrevista ao programa Roda Viva que foi ao ar na TV Cultura na segunda-feira (16/4/). Temporão talvez seja o primeiro homem público a defender um debate sobre aborto de forma tão consistente na política brasileira.


Uma das situações mais polêmicas no mundo é sobre o aborto.Deveria ser legalizado ou não?!Alguns países já o consideram legais em certos casos, mas outros são totalmente contra.E você, o que pensa a respeito do assunto??
Comentem!
Beijos

Em busca de explicar o inexplicável..

O Yom Hashoá é celebrado no dia 27 do mês de Nissan. Traduzindo: o dia da recordação do Holocausto, neste ano, foi celebrado na segunda-feira (16/4), segundo os parâmetros temporais do calendário gregoriano. Neste dia, entre as comunidades judaicas, recorda-se os 6 milhões de judeus que foram mortos pelo aparato industrial de assassinatos em massa nazista. Um feito de proporções gigantescas e cujas razões, até hoje, são apenas parcialmente explicadas.
Uma pergunta que sempre incomoda – ou deveria incomodar – é aquela que busca a resposta de como populações inteiras foram coniventes com os desmandos e as atrocidades de um regime totalitário. O medo da repressão, sozinho, não é uma explicação plausível. Ele explica a omissão, mas não a delação sistemática de vizinhos, amigos e companheiros de trabalho. Uma, entre outras tantas explicações, diz respeito ao objeto comum de todos os artigos neste sítio digital: a mídia.
Logo após a Primeira Guerra, surgiram os primeiros estudos e, conseqüentemente, as primeiras teorias da comunicação. Estas procuravam compreender o alcance e o efeito dos meios de comunicação de massa na organização social e na psicologia dos indivíduos. É o período que ficou marcado pela metáfora de uma agulha hipodérmica ou de uma bala mágica que inoculava conteúdos que não eram questionados por uma massa indistinta e passiva.
É deste momento histórico, também, o famoso paradigma informacional da teoria matemática de comunicação formulada pelos engenheiros norte-americanos Claude Shannon e Warren Weaver. A informação percorria, segundo o modelo, um trajeto unidirecional e linear até seus receptores inativos. O conceito de massa era o mesmo descrito pelo francês Gustave Le Bon no século 19, ou seja, um degrau abaixo da racionalidade mediana, um amontoado de gente histérica, manipulável, selvagem e com características emocionais femininas.


Achei muito interessante esse texto, pois como está falando de Hitler e suas crueldades, assimilei às nossas aulas, já que muitas vezes as pessoas citam suas atrocidades.Além disso, o que se fala no texto, é uma informação que eu não sabia, então pensei que muitas pessoas também poderiam não saber..
Comentem =D
Beijos

terça-feira, 17 de abril de 2007

Aula 14 - Roubo às cegas

Continuação do texto "cultura: um conceito antropológico"..
Uma das aulas mais interessantes que tivemos, na minha opinião, foi essa.Fizemos uma reflexão pesada sobre a realidade em que vivemos atualmente.
Começamos a debater sobre as tecnologias e chegamos a um clássico exemplo, dominador, formador de caráter e princípios, a televisão.Essa nada mais é uma das maiores invenções do ser humano, e que sem percebemos, nos roubam.
Nunca existe apenas uma verdade, pois a cultura ainda está em desenvolvimento.O que pode ser verdade hoje, amanhã poderá ser considerado errado.É como se diz, "O mundo não é.O mundo está sendo"...àqueles que entendem o mecanismo do mundo e sua forma de agir na vida dos seres humanos, têm liberdade de intervir.Aqueles que nada sabem, e não procuram saber, nunca poderão opinar sobre o que seria ou não melhor para a sociedade.
Muito interessante, e que eu nunca havia parado pra pensar, é o verdadeiro conceito de escola.A escola foi criada para atender às necessidades artificiais criadas por nós, essas necessidades foram criadas para justificar a existência da escola.
Debatemos sobre a mais valia, os problemas atuais da cana-de-açúcar e sobre comécio e capitalismo.
Por fim, o André nos explicou sobre as três formas de transformar o mundo, que na verdade são três signos.
São eles:
-Ícones: É supostamente o signo que representa uma coisa, por exemplo uma foto.Não é a pessoa que está lá, e sim uma semelhança da pessoa.
-Índice: É o efeito da coisa.Por exemplo, a árvore balançando..é vestígio de chuva se aproximando.
-Símbolo: É arbritário. Precisa de uma convenção para se aceito, como por exemploa palavra "cadeira", que nomeia o objeto..não guarda nenhuma relação de semelhança.

Bom..é isso aí.Espero que tenha passado claramente o que aprendemos nesse dia, já que os assuntos foram bem variados.
Comentem!
Beiiijos

quarta-feira, 11 de abril de 2007

Aula 13 - Você é uma invenção!

Mais e mais discussões polêmicas!
Inacreditável a forma que o ser humano fica quando mexemos com o seu lado oculto.
Nós, alunos, não queremos acreditar em nada que o André fala na sala de aula.Texto absurdamente confuso, palavras estranhas e conceitos errados.Chegamos a esse mundo acreditando e sendo induzidos a acreditar só em determinadas coisas que dizem "ser parte do mundo" e "real cultura e crença" da espécie humana.
Ultimamente, não ando acreditando em nada, como se eu fosse uma alienada, que nada vê, nada crê e nada quer saber.
Vamos para o post exemplar de hoje.Se tudo é invenção, esse post é invenção, meu pc é invenção, os comentários são invenções e você aí, do outro lado da tela, também é invenção..ou seja, nada existe, nada é verdade, e tudo que nos fizeram acreditar até hoje não se passa de invenção da mente do ser humano para conseguir sobreviver no mundo.
É assim que o André argumenta para poder explicar o seu "magnífico" texto.Não sei se acredito nele também..como disse, acredito em mais nada.
Porque família existe?? Simplismente por que nós a criamos.E religião, por que existe?? Porque precisamos dela por necessidade de crermos em algo e tocarmos a nossa vida, e pensarmos assim que não importa o que estamos fazendo, lá em cima tem um Deus superior olhando por nós.E o governo??Ahhh, o governo é criado por nós..e por que?? por que existe os mais ambiciosos parar tomar o poder e governar o mundo.
O mundo é um lugar totalmente incompreensível, onde nós não existimos, nada existe e tudo é criação.Só não entendo agora qual seria a razão de estarmos vivendo, mas tá bom!
A aula de hoje foi mais uma daquelas, onde ninguém entende nada, todos revoltam e vira a maior muvuca na sala de aula!
Ahhh gente!Lembre-se, sabor é cultural, assim como o cheiro e tudo que você faz, pensa e vive!E não se esqueçam, tudo é invenção, até o livro dos "Maias" que adotaram essa filosofia interessantérrima!
Revoltada??? Não! Apenas assustada!
Comentem!

Beijos

sexta-feira, 6 de abril de 2007

Aula 12 - O mundo é real??

Essa aula foi uma continuação do texto que iniciamos na aula anterior.Mais um dia polêmico, cheio de bate boca e brigas na sala.Todos nós estávamos indignados com o que o André estava falando, com uma certa revolta e rejeição ao que íamos descobrindo a cada minuto.
Esse debate foi bem melhor que o anterior, pois o tema central foi religião.
Todos nós sabemos que religião não se discute de forma alguma.Um assunto polêmico, no qual cada um quer defender seu ponto de vista e colocar suas crenças acima de qualquer coisa.
Não sabemos de absolutamente nada que acontece no mundo, o que é real ou o que é criação humana.A partir dos "conceitos" que o prof. André passou, tudo que existe no mundo, supostamente seria criação do homem, tudo seria invenção humana para podermos acreditar em algo e firmar nossa idéia de futuro no que acreditamos.
Eu nunca fui e acretidar em Deus ou tudo aquilo que se dizia ser religião.Com o passar do tempo e as necessidades surgindo, percebi que teria que me apegar em alguma coisa para poder solucionar os meus problemas, foi quando comecei a frequentar a igreja católica.É nesse e outros aspectos que digo, como foi ressaltado na sala também, que o ser humano criou a religião para se apegar em algo, numa crença e assim poder suportar os problemas, as necessidades e as dores, como a perda de uma pessoa querida.
Outros assuntos que foram comentados no decorrer da aula foi sobre tradição, pelo fato dela nunca ser milenar e sim criada pelos homens.Um exemplo disso, é se pararmos pra pensar nas regras do que seria supostamente certo ou errado.Uma atitude que não seria corretamente avaliada na década de 60, hoje em dia já se tornou algo considerado certo.É assim, que podemos dizer que o homem muda suas regras, crenças, conceitos, teorias e ditados de acordo com sua necessidade.
Outro fato interessante que podemos parar pra analisar é o conceito de "Música de raíz", que todos dizem serem músicas antigas..mas quais seriam as raízes dessas músicas?? =/
Assim como a religião, tradição e crença, a arte, Deus, a ciência, as regras e tudo que rege o mundo é SUPOSTAMENTE criado pelo ser humano.Da mesma forma que dizemos que o ser humano criou tudo, podemos estar errados e dizer que ele não criou nada.
Nunca teremos certeza de nada, nem do que representamos na terra, nem se fazemos parte de um ciclo interminável.Surge a dúvida, será que nós bebemos a água porque precisamos dela ou será a água que nos "bebe" num ciclo em que ela sim precisa de nós???
O mundo é assim..cheio de incertezas e dúvidas.Quem um dia poderá explicar quem foi Deus e o que ele fez por nós?? Tudo está dentro de nós mesmo e do que pensamos existir ou não.
Eu tô amando essas discussões e descobrir esse outro lado de enxergar o mundo! =D
Comentem ^^
Beijooss

sexta-feira, 30 de março de 2007

Aula 11 - Cultura: Um conceito antropológico

Começamos uma aula bem diferente das demais.Fizemos um círculo na sala e começamos a fazer um debate de acordo com a leitura do texto "Cultura: um conceito antropológico".Pausadamente, lemos parte do texto e já começamos a conversar sobre o assunto.Ficamos aterrorizados com a maneira do Prof André fazer algumas analogias e cheios de dúvidas a respeito do que dizemos ser cultura. Vamos lançar a idéia..o que será cultura??Desde que somos pequenos, escutamos certas "teorias" ou "propostas" do que seria certo ou errado.Mas de onde vem tudo isso??
Cultura é tudo criado pelo ser humano.Músicas, danças, comidas, teorias, ciência, religião,sociedade e modo de vida..absolutamente tudo é obra do ser humano.
Foi ressaltado o fato do ser humano ser um ser cultural, enquanto os animais são seres naturais.O ser humano não está muito acima das outras formas de vida existentes no mundo.Se formos parar pra comparar, nos identificamos muito com a "mosquinha" que fica na banana, ou seja, o código genético muda pouquíssimos.
Levando em conta tudo isso, porque nós, seres humanos, nos achamos tão superiores de tal modo a querer dominar Deus??
Sistemas culturais são coisas vagas, sem conhecimentos certos, nem certezas de nada.Se você acredita que dar três pulinhos pro Santo vai te ajudar a encontrar aquele objeto perdido, dê.Não perca suas crenças, nem seus conceitos, muito menos aquilo que você acha certo ou não...temos que nos apegar ao que confiamos e naquilo que achamos que seja verdadeiro, isso é nossa razão de viver e imaginar um futuro.
Cultura é aquilo que está dentro de você, e no que você acredita.
Esse texto ainda vai dá o que falar =)
beijos e comentem!

terça-feira, 27 de março de 2007

Aula 10 - Fotonovela


Depois de grandes micos que tivemos com as apresentações do seminário, achávamos que estaríamos livres por um certo tempo desses "trabalhos".
Mais uma missão impossível!Dessa vez, teremos uma fotonovela a fazer.
Chega, mais uma vez, com impolgação total e aquele "sorrizinho" no rosto nosso querido professor André, com idéias fervendo e a todo vapor.
Explicou para nós o que deveria ser uma fotonovela, com suas regras e cobranças, o que deveria conter, dias de entrega e apresentações..ou seja, mais um mico clássico que ele adora nos pregar!
Fecharemos todo o curso de publicidade e apresentaremos no anfiteatro da Universidade para que todos possam ver.
Logo depois, ele disponibilizou a aula para a gente reunir em grupo e discutir os temas e a história.
Espero que todos tenham sucesso =D
Vamos lá gente..comunicação é assim, quanto mais mico a gente pagar, melhor é!
Beijoos e boa sorte!

quarta-feira, 21 de março de 2007

Aula 9 - Seminário Parte 4 - Fim






Hoje terminaram as apresentações com chave de ouro..
Encantadores e cada dia mais engraçadas as apresentações ficarão pra história.
Na aula de hoje, foram apresentados os capítulos 13 e 14.
No capítulo 13, o grupo cantou e tocou violão e a Maita dançou balé pra encenar melhor o tema, que era sobre o amor.Conseguiram transmitir bem o conteúdo, e o papel mais engraçado ficou pra palhaça.
O capitulo 14, que também fala do amor, mas na sua troca energética foi muito bem representado por um cupido.
Os dois grupos foram excelentes.
Pra terminar a aula engraçada como sempre, o André pagou aquele mico básico, fazendo a chamada tocando violão e cantando os nomes.Muuuiiito comédia! Curso cada dia melhor ^^

Comentem pessoas!
Beijoos

sexta-feira, 16 de março de 2007

Aula 8 - Seminário Parte 3 - Again!




Mais e mais apresentações! Cada dia melhores e mais engraçadas, continuam as apresentações do seminário do livro "O Corpo Fala", que com certeza vai deixar saudade!hehehe..
Bom, na aula do dia 12/03 foram apresentados os capítulos 9, 10 e 11.
O capítulo 9 fala dos Quatro Princípios Básicos, e o grupo representou com um jogo de truco, onde dois eram totalmente atentos, uma era toda largada e vuada, e outra era apaixonada pelo seu parceiro de jogo.O engraçado foi a forma como eles abordaram cada gesto, conseguindo passar as aflições (Mp3 caindo), e os gesto de falta de atenção.
O capítulo 10 fala da Energia no Corpo Humano, que é representada pela serpente.Para encenar esse capitulo, o grupo levou uma pessoa para cantar e tocar para a turma, o Jonathan(num sei como escreve) vestiu uma roupa do Egito, e no final colocaram uma música para a turma "liberar" a energia.Obs.:o som explodiu na sala..auhauhauauahuahua =)
O capítulo 11 é o "Intermezzo 2" , onde utilizaram o capítulo apenas para aplicar o que já tinhamos estudo.Foi muito engraçado a forma que o grupo utilizou para explicar o conteúdo.A Alliny imitou grande parte dos professores, e os demais compenentes explicaram os sinais.
E pra finalizar a aula da melhor forma possível, tivemos o Lourenço pagando aquele mico, imitando o André e fazendo a chamada..mto comédia..hehehe =)
Tá valendo a pena viu?!
Comentem!

Beeeijos

quarta-feira, 14 de março de 2007

O PAPA E A MÍDIA

Bento 16 critica ‘influência destrutiva’

Em discurso ao departamento de comunicações do Vaticano, na sexta-feira (9/3), o papa Bento 16 pediu que a mídia promova os valores familiares e criticou a internet e a influência muitas vezes "destrutiva" da televisão sobre os jovens. O papa concordou que a mídia traz grandes benefícios para a civilização, mas completou que, ao mesmo tempo, "muito do que é transmitido de diversas formas para os lares de milhões de famílias em todo o mundo é destrutivo".
Bento 16 afirmou ainda que a mídia tem um papel primordial na formação da cultura e que este poder está sendo transferido do meio impresso ao eletrônico, controlado por "poucos conglomerados multinacionais cuja influência ultrapassa todas as fronteiras culturais e sociais". "Eu apelo novamente aos líderes da indústria midiática para que aconselhem os produtores de mídia a preservar o bem comum, a conservar a verdade, a proteger a dignidade humana individual e a promover o respeito pelas necessidades da família", concluiu o papa. Informações da Reuters [9/3/07].



Bom pessoal..peguei essa reportagem no Observatório da Imprensa porque achei muito interresante o assunto, e polêmico também.É óbvio que não teria como o ser humano viver hoje sem a tecnologia que existe.A melhor forma de contornar a situação seria rever a programação, e fazer algumas mudanças, como o próprio Papa disse, que seja para o bem comum e não para a divisão da sociedade.

Ótima reportagem =)
Comentem!

Aula 7 - Seminário Parte 2




Nesta aula continuamos as apresentações dos grupos sobre o livro "O corpo fala"..
Bom gente, acho que o nosso professor tá ficando surpreendido, porque é pagação de mico um atrás do outro.Acho que tá valendo a pena né?!
Tivemos a apresentação nesse dia dos capítulos 6, 7 e 8.
O capítulo 6 fala sobre o Comportamento Interpessoal, que é aquele nosso comportamento do dia-a-dia e que geralmente não percebemos, seja num bar, restaurante ou shopping, e que falam todos os nossos desejos e repulsas.
O capítulo 7 mostra alguns dos gestos que eram feitos antigamente e que continuam a ser usados até hoje, sem que saibamos.Para melhor compreensão da turma, o grupo fez uma boate dentro da sala.Muiiito legal!
O capítulo 8 foi muito bem representado com um teatro, onde mostraram os gestos de simpatia ou antipatia que nós fazemos.
Para terminar a aula, o André deu as suas explicações do livro, como sempre e tocou o sininho do conhecimento!
Adoreeeeeeei a criatividade do pessoal =)
E quem quiser os vídeos, é só me dá um Cd que eu gravo, ok?!
Comentem hein?!
Beijoooss

terça-feira, 13 de março de 2007

PROFISSÃO DE RISCO


Em 10 anos, mais de mil jornalistas mortos
Por Leticia Nunes (edição), com Larriza Thurler em 13/3/2007
Mais de mil jornalistas e assistentes de mídia morreram pela profissão na última década, de acordo com dados de um relatório divulgado pelo International News Safety Institute (INSI), com sede em Bruxelas. A maioria dos mortos é de homens tombados em seus próprios países, e apenas 9% deles eram freelancers. Quase a metade foi atingida por tiros. Apenas uma em cada oito mortes levou a processos legais. Iraque e Rússia foram apontados os países mais letais para jornalistas.
Segundo o presidente da agência Associated Press, Tom Curley, o relatório revela como se tornou perigosa a busca pelas notícias e quão insignificantes são os esforços por justiça pelos profissionais que são ameaçados e perseguidos enquanto tentam manter o mundo informado. "Uma cobertura justa e precisa é cada vez mais necessária, mas os riscos que correm aqueles que a buscam são maiores do que nunca", afirma.
Números crescentes
A Rússia recebeu destaque no estudo pela crescente lista de jornalistas assassinados. A execução de
Anna Politkovskaya, no ano passado, chamou a atenção mundial. "Eu acho que temos um grande problema na Rússia", diz Rodney Pinder, diretor do INSI. "Nós temos outro jornalista que morreu há alguns dias em circunstâncias misteriosas, e se estamos desconfiados, quem pode nos culpar? Treze jornalistas morreram na Rússia desde que [o presidente Vladimir] Putin chegou ao poder, e ainda não houve uma condenação".
"Há uma cultura de impunidade em muitos países", explica Richard Sambrook, diretor global da rede britânica BBC. Na última década, foram computadas 138 mortes de jornalistas e assistentes de mídia no Iraque, 88 na Rússia e 72 na Colômbia. Entre países considerados perigosos para a prática do jornalismo estão Filipinas, Argélia, Irã, Índia, México e Paquistão. 2006 foi o pior ano para jornalistas, com 167 mortes. Em 2005, este número foi de 147 e, em 2004, de 117. Em 1996, houve 83 mortes.
O estudo englobou dados de janeiro de 1996 a junho de 2006. O INSI é uma junção de organizações de mídia, grupos em defesa da liberdade de imprensa, sindicatos de jornalistas e ativistas humanitários. A organização é dedicada à segurança de jornalistas e equipes de mídia, que incluem profissionais como tradutores, técnicos e motoristas, entre outros. Informações de Paisley Dodds [AP, 6/3/07].
Peguei essa reportagem no Observatório da Imprensa e fiquei abismada de vê como os jornalistas são vulneráveis aos assassinos, e alvos certeiros.

segunda-feira, 12 de março de 2007

Aula 6 - Seminário Parte 1

Melhor aula de todas.
Começaram na aula 6 a primeira parte das apresentações do trabalhos do livro "O Corpo Fala"..
O primeiro grupo foi o meu, com o Capítulo 3, "Perceber em vez de olhar". Pagamos o maior mico com uma propaganda do Shampoo Nervoso, coreografando a música da Família Adams e contávamos .."É o shampoo nervoso que deixa o cabelo seboso, ele é gorduroso e tem um preço cabuloso".A intenção da propaganda e relacionado ao nosso capítulo é mostrar que você não pode ir muito pela embalagem e sim utilizar o produto e depois sim julgar sua eficiência.Adoreeeeeeei a apresentação e mais feliz ainda de todos terem gostado.
O grupo seguinte teve uma apresentação bem legal também, usando voluntários da turma.
E o terceiro grupo do dia a apresentar, foi um dos mais comédias pra mim.Tivemos nosso querido Marcelo Lara, vulgo Orelha, dançando maravilhosamente uma música estilo Michael jackson.Fiquei fã!
Estreiamos bem as apresentações, e como nosso professor disse,encorporamos o capeta =)..Ahhh!E quem quiser, eu estou filmando todos os grupos, é só me passar os cd's que eu gravo.

Beiiiijos

Linguagem corporal na hora da conquista

No jogo da sedução valem mais as palavras ou o que é dito pelo corpo? Se você nunca prestou atenção nessa linguagem, comece a levar aquele carinha, que você está de olho há meses, mais a sério por sua postura corporal do que por sua lábia.
Cruzar ou descruzar os braços, inclinar o corpo para frente e arrumar os cabelos incessantemente não são sinais que devem passar desapercebidos. Todos esses gestos querem dizer algo, por mais que a boca diga outra.
Para entender melhor, analise os seus próprios sinais. Imagine a seguinte situação: você está curtindo uma festa com suas amigas quando um mala gruda e força a barra por um beijo. Se você estiver sentada, certamente deixará as pernas voltadas para fora da mesa, como se fosse fugir a qualquer momento. Seu corpo certamente estará inclinado para o lado oposto de onde ele estiver. Isso é linguagem corporal e ao contrário do que todo mundo pensa, é muito mais fácil do que se imagina.
Preparamos um mini-guia com alguns macetes sobre a linguagem silenciosa da comunicação não verbal. As dicas são do livro O Corpo Fala, de Pierre Weil e Roland Tompakow, da Editora Vozes.


Muito interessante essa reportagem que eu achei no site http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI519452-EI4788,00.html falando sobre linguagem corporal na hora da conquista.A maioria das pessoas se interessam em analisar o "parceiro" na hora da conquista pra perceber se ele está afim ou não.Aprendam um pouco mais com essa reportagem.